Nos últimos anos, o mercado imobiliário brasileiro começou a viver uma transformação importante: o crescimento dos empreendimentos voltados para short stay, aluguel por temporada e moradia flexível.
Construtoras, incorporadoras e grandes marcas internacionais passaram a desenvolver projetos pensados não apenas para moradia tradicional, mas também para investidores que desejam gerar renda recorrente com plataformas como Airbnb, Booking.com e locação flexível.
Um dos exemplos mais recentes é o World Trade Center Ribeirão Preto, empreendimento apresentado pela Copema Empreendimentos, que aposta em studios compactos, serviços integrados e gestão profissionalizada para atender o novo perfil de moradia urbana e investimento imobiliário.
O que é um empreendimento “short stay”?
Empreendimentos short stay são imóveis desenvolvidos para estadias de curta ou média duração.
Normalmente, esses projetos possuem:
- studios compactos;
- localização estratégica;
- áreas compartilhadas;
- serviços pay-per-use;
- automação;
- operação profissional;
- integração com plataformas digitais.
O objetivo é atender um público que busca praticidade, mobilidade e flexibilidade — incluindo executivos, estudantes, profissionais em viagem, nômades digitais e turistas.
Para investidores, o modelo se tornou atrativo porque pode gerar uma rentabilidade maior do que o aluguel tradicional de longo prazo.
O exemplo do WTC Ribeirão Preto
O novo WTC Ribeirão Preto mostra claramente como o mercado está evoluindo.
O projeto reúne moradia, negócios, serviços e conveniência em um ecossistema integrado conectado ao RibeirãoShopping. Segundo a própria Copema, o WTC Stay foi pensado com apartamentos compactos e gestão profissional de locação. (Copema)
A proposta acompanha uma tendência global de empreendimentos híbridos, que unem:
- residencial;
- hotelaria;
- coworking;
- serviços;
- experiência digital.
Esse tipo de projeto vem crescendo especialmente em cidades como:
- São Paulo;
- Ribeirão Preto;
- Campinas;
- Florianópolis;
- Balneário Camboriú;
- Curitiba.
Housi e a popularização da moradia flexível
Outro exemplo importante é a Housi, empresa que popularizou no Brasil o conceito de moradia por assinatura e apartamentos preparados para locação flexível. (Housi)
A Housi ajudou o mercado imobiliário a acelerar conceitos como:
- apartamentos prontos para locação;
- operação digital;
- check-in automatizado;
- gestão remota;
- aluguel sem burocracia;
- moradia flexível.
Hoje, muitas construtoras já lançam empreendimentos pensando desde o início em investidores que pretendem operar unidades no Airbnb ou em plataformas de short stay.
Por que investidores estão migrando para aluguel por temporada?
Existem alguns fatores principais:
1. Potencial de rentabilidade
Dependendo da cidade e da ocupação, o aluguel por temporada pode gerar receitas superiores ao aluguel tradicional.
2. Flexibilidade
O proprietário pode utilizar o imóvel em determinados períodos e rentabilizá-lo no restante do tempo.
3. Valorização de imóveis compactos
Studios e apartamentos inteligentes ganharam força principalmente em regiões urbanas estratégicas.
4. Crescimento do turismo e trabalho remoto
O aumento de viagens flexíveis e do home office impulsionou estadias curtas e médias.
A profissionalização da operação virou essencial
Com o crescimento do setor, muitos investidores perceberam que apenas anunciar o imóvel não é suficiente.
Hoje, a operação exige:
- calendário integrado;
- controle financeiro;
- automação;
- gestão de reservas;
- integração com Airbnb;
- gestão de limpeza;
- contratos digitais;
- site próprio;
- relatórios financeiros;
- experiência profissional para hóspedes.
É justamente nesse cenário que plataformas como o BookingOS ganham espaço.
Como o BookingOS ajuda investidores e administradores
O BookingOS foi desenvolvido para profissionalizar a gestão de aluguel por temporada.
A plataforma permite:
- criar um site próprio de reservas;
- integrar calendários;
- controlar receitas e despesas;
- automatizar operações;
- acompanhar indicadores financeiros;
- centralizar reservas;
- organizar equipes de limpeza;
- gerar relatórios;
- aumentar a rentabilidade da operação.
Para investidores que estão entrando no mercado de short stay, ter uma operação organizada pode fazer diferença direta na ocupação, experiência do hóspede e retorno financeiro.
O futuro do mercado imobiliário será mais flexível
Os novos empreendimentos mostram que o mercado imobiliário está migrando para um modelo mais conectado, digital e flexível.
Construtoras já entenderam que existe uma nova geração de investidores buscando:
- renda recorrente;
- operação simplificada;
- ativos flexíveis;
- tecnologia;
- gestão profissional.
E tudo indica que o mercado de aluguel por temporada continuará crescendo nos próximos anos.